o vívido

crionça

‘Engolia o corpo de Deus, devo continuar engolia
porque acreditava, mas nem porisso compreendia,
olhava o porco-mundo e pensava: Aquele nada tem
a ver com isso, Este aqui dentro nada tem a ver com
isso, Este, O Luminoso, O Vívido, O Nome,
engolia fundo, salivosa lambendo e pedia: que eu
possa compreender, só isso. Só isso, Senhora D?
Compreender o jogo brinquedo do Menino Louco,
pensa um pouco, Hillé, pensa no sinistro lazer de
uma criança louca, ou pensa em crianças brincando
com gatinhos, com ratos, com tristes cadelas vadias,
ó vinde a mim as criancinhas, que sabemos nós de
criancinhas?’ [obscena senhora D]